A volta de Levy

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O ambiente pré-eleitoral parece indicar problemas para a política de conteúdo local, a partir de janeiro. O jornal O Globo, em editorial, afirma que a produção nacional só deve ser prestigiada, se competitiva. Desse jeito, é melhor importar tudo para o setor de petróleo, pois empresas norte-americanas, inglesas e norueguesas fazem peças para plataformas e poços há séculos.

No Brasil, a tradição começou em 2003 e, mesmo assim, as indústrias têm de lidar com juros altíssimos, burocracia, cobranças complexas e custosas da Receita Federal e, ainda por cima, a política cambial não é favorável. Embora novata no setor, Cingapura também produz a preços incomparáveis.

Informa-se que economistas ligados à oposição – Marina e Aécio – têm-se reunido no Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP). Um dos citados é Joaquim Levy. Embora engenheiro naval, o que fez Levy, na gestão de Fernando Henrique Cardoso, como secretário do Tesouro Nacional? Simplesmente retirava dinheiro destinado à produção, do Fundo de Marinha Mercante, e o retinha no caixa único da União, para pagamento de juros.

Inibia o desenvolvimento e ainda era elogiado por “rigidez fiscal” e “comprometimento com metas”, quando, em verdade, deveria ser vivamente criticado por ofuscar um importante fundo e privilegiar questões meramente monetárias e financeiras.

Fonte: Monitor Mercantil/Sergio Barreto Motta






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