A Autoridade Marítima do Panamá informou que o Estado acionou um plano técnico de transição operacional após a Suprema Corte de Justiça do país declarar inconstitucional a concessão outorgada à Companhia de Portos do Panamá, subsidiária local do grupo chinês CK Hutichison, que tem sede em Hong Kong. A medida, segundo o governo panamenho, visa garantir a continuidade das operações nos portos de Cristóbal, no Atlântico, e Balboa, no Pacífico, em pontas opostas do Canal do Panamá.
De acordo com a entidade, os serviços essenciais associados ao comércio marítimo continuam a operar sem interrupção. O governo do Panamá recorrerá ao apoio da APM Terminals, que assumirá a função de administradora temporária durante o período de transição, mas reiterou sua intenção de prosseguir com transição "ordenada e coordenada" com a Panama Ports Company.
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Nesse contexto, o governo expressou sua expectativa de cooperação da empresa durante essa etapa, com o objetivo de preservar a estabilidade do sistema portuário. Em seu comunicado oficial, a Autoridade Marítima do Panamá ressaltou que o processo visa "garantir a continuidade do comércio internacional”.

















