A Autoridade Portuária de Santos (APS) informou, nesta segunda-feira (2), que, até o momento, não há indicação de que o conflito no Oriente Médio, iniciado em 28 de fevereiro, com bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã e retaliações iranianas atingindo vários países do Oriente Médio, gerou impactos nas rotas marítimas que operam a partir de e para o Porto de Santos. Segundo a APS, as principais linhas que atendem o Brasil não dependem diretamente das áreas mais sensíveis do conflito.
A APS explicou, no entanto, que sua equipe acompanha os desdobramentos do conflito, já que a logística marítima é global e integrada e tensões regionais podem gerar efeitos indiretos, como ajustes de rotas ou reprogramações operacionais. Segundo a entidade, em casos de guerra, é difícil prever as consequências, mesmo para portos que estão longe da região dos combates.
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Segundo o presidente da APS, Anderson Pomini, a autoridade portuária monitora o contexto internacional e mantém diálogo constante com os operadores privados, armadores e demais agentes da comunidade portuária, que não registraram, até o momento, comprometimento das operações no Porto de Santos. “Não há indicação de alteração nas escalas ou comprometimento das operações no porto”, disse ele.

















