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Obras do terminal arrozeiro devem começar em três semanas

A cadeia produtiva do arroz do Rio Grande do Sul recebeu uma grande notícia na última quarta-feira (26): no prazo máximo de três semanas, devem ser iniciadas as obras de reforma e ampliação do chamado “Porto Novo”, que contemplará o Porto do Rio Grande com um moderno terminal para exportação de arroz. A modernização imprimirá nova dinâmica à estrutura da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa). As informações são do presidente Henrique Osório Dornelles, da Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz), que esteve reunido com representantes do Grupo de Trabalho formado pelo governo gaúcho para tratar do assunto.

Na última sexta-feira, 21 de novembro, o governador Tarso Genro e autoridades ligadas ao porto ratificaram o compromisso com o início das obras e anunciaram que os vencedores das concorrências públicas já estavam habilitados para o início dos trabalhos. “Por um lado, uma grande notícia. Mas, por outro lado, apesar da ampliação começar pelo terminal da Cesa, isso não quer dizer que esta será a primeira estrutura liberada para operar, pois o canteiro de obras será instalado neste local, o que exigirá mais cuidados para a retomada das operações”, argumenta Dornelles.

A expectativa é de que a capacidade estática do terminal seja triplicada e, entre outras medidas, seja instalado um ship loader para carregamento de arroz ensacado e adotada uma estrutura que permitirá embarcar navios em menos de um terço do tempo atual. Apesar da confirmação da data de início da obra, a diretoria da Federarroz está agendando uma reunião com o governador eleito, José Ivo Sartori, e o vice-governador José Paulo Cairoli, para tratar do terminal arrozeiro, entre outras demandas setoriais.

Por conta da obra, a empresa estadual precisará desmanchar a estrutura de uma torre de carregamento e uma esteira para a instalação de guindastes. Ainda segundo Henrique Osório Dornelles, a Federarroz se manterá vigilante para que as obras impactem o mínimo possível as exportações brasileiras de arroz ao longo de 2014/15. “Também estamos em alerta para que o fluxo de recursos para a obra não seja interrompido”, acrescenta o dirigente arrozeiro. “O cenário político atual gera alguma insegurança entre as empreiteiras com relação à liberação e à falta de recursos”, explica.

SOLUÇÃO

Para manter o fluxo de embarques da cadeia produtiva do arroz, enquanto a estrutura da Cesa está desativada, o setor conta com a manutenção de uma parceria com a Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) para uso de seus terminais. “É uma parceria que vem dando ótimos resultados ao longo do tempo e assegura espaço para embarque do arroz”, relata o presidente da Federarroz.

 Fonte: Jornal Agora (RS)






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