Estudo da Transport Intelligence ( TI ) e da Agility publicaram colocou Brasil, México e Chile em papel de destaque no cenário logístico global. O Índice de Agilidade dos Mercados Emergentes de 2026, divulgado pelas duas entidades, avaliou a posição relativa de 50 países com base em quatro dimensões: oportunidades domésticas, oportunidades internacionais, fundamentos de negócios e capacidade digital. O objetivo é oferecer um panorama do desempenho atual de cada mercado e seu potencial como plataforma global de fornecimento e destino de investimentos.
A edição de 2026 apresenta movimentações no ranking, com mudanças significativas na posição de diversos países, incluindo Ucrânia, Camboja, Bolívia, Líbano e Paquistão, refletindo variações estruturais. De acordo com o levantamento, a competitividade logística dos mercados emergentes está passando por profunda reconfiguração e não se limita a pequeno grupo de economias.
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Diversos países latino-americanos figuram com destaque no ranking, com o México, que tem 5,78 pontos, e o Brasil, com 5,48 pontos, em oitavo e décimo lugares, respectivamente. Em seguida, vêm o Chile, com 5,42 pontos, o Uruguai, com 5,13, e a Colômbia, com 4,86, que também ocupam a parte de cima da tabela, refletindo um desempenho competitivo no cenário logístico emergente. Mais abaixo, estão o Peru, com 4,82 pontos, a Argentina, com 4,75 , o Paraguai, com 4,57, o Equador, com 4,56, e a Bolívia, com 3,94, completando a representação regional no estudo.
Para determinar o ranking, a Ti e a Agility usaram variáveis estruturais e cíclicas, com base em dados e projeções de organizações como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Fórum Econômico Mundial. Além disso, neste ano, incorporam uma avaliação ampliada da prontidão digital que inclui a adoção e o investimento em inteligência artificial.
O estudo não apenas identifica os mercados mais bem posicionados, mas também revela vantagens, vulnerabilidades e oportunidades de investimento no contexto de cadeias de suprimentos cada vez mais digitais e exigentes. O Índice de Agilidade dos Mercados Emergentes de 2026 coloca a China em primeiro lugar com pontuação geral de 8,44, seguida pela Índia, com 6,99, e pelos Emirados Árabes Unidos com 6,40. A Arábia Saudita, com 6,25 pontos, e a Malásia, com 6,03, ocupam o quarto e o quinto lugar, respectivamente. Em seguida, vêm a Indonésia em sexto lugar, com 5,88, o Catar em sétimo, com 5,81, e o México em oitavo, com 5,78, a Tailândia, com 5,58 e o Brasil com 5,48.
Em relação às dimensões específicas avaliadas pelo Índice, destacaram-se na América Latina, em oportunidades nacionais, México, com 5,45 pontos, Brasil, com 5,39, Chile, com 4,90, Argentina, com 4,87, e Uruguai, com 4,84. Em oportunidades internacionais, a lista inclui México, com 6,38 pontos, Brasil, com 5,89, Chile, com 5,08, Colômbia, com 5,00, e Peru, com 4,86.
No parâmetro fundamentos de negócios, o Chile lidera na região, com 6,86 pontos, à frente de Uruguai, com 6,84, México, com 5,83, Peru, com 5,09, e Colômbia, com 4,84. Os chilenos estão na liderança latino-americana também em preparação digital, com 5,84 pontos. Nesse segmento, o Brasil é o segundo no ranking regional, com 5,64), seguido por México, com 5,40, Uruguai, com 5,35, e Paraguai, com 4,88.

















