Brasil e China assinam formalmente, durante a visita do primeiro-ministro Li Keqiang ao Brasil, que começa hoje, contratos de financiamento, investimentos e joint ventures de US$ 26 bilhões. Os chineses têm interesse em projetos que somam US$ 53,3 bilhões no país.
A China acelerou sua investida bilionária em maio. Após assinar acordos de US$ 25 bilhões com a Rússia, fez outros com a Índia, de US$ 22 bilhões, e deve repetir a dose com outro parceiro nos Brics, o Brasil. Se todas as intenções se concretizarem, o estoque de investimentos chineses no país dobrará.
Segundo informações do governo brasileiro, um pool de bancos deve anunciar financiamento à Petrobras, que, em abril, já contratou empréstimo de US$ 3,5 bilhões do China Development Bank, o BNDES chinês. Estavam sendo negociados acordos semelhantes com a Vale e Embraer. Os chineses preveem investir ou financiar, por meio da China Railway Construction Corporation e da China Railway Engineering até US$ 5,75 bilhões no trecho ferroviário que une Lucas do Rio Verde, (Mato Grosso) a Campinorte e Uruaçú, na ferrovia Norte-Sul.
(Fonte: Valor Econômico/Sergio Leo | Para o Valor, de Brasília)
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