O espanhol se tornou a língua estrangeira mais falada na Usiminas. A empresa contratou neste ano 23 argentinos para ocupar cargos de gerência e diretoria. Eles foram trazidos pelo atual diretor-presidente, o também argentino Julián Alberto Eguren, que assumiu o comando da empresa em janeiro após a entrada da Ternium, controlada pela gigante ítalo-argentina Techint, como sócia na siderúrgica mineira.
Mas por que tantos argentinos em cargos de comando? Não haveria na empresa gente com experiência e conhecimento suficientes para as posições? "Foi uma opção para tornar o corpo gerencial da Usiminas mais qualificado", diz Vanderlei Schiller, vice-presidente de recursos humanos e desenvolvimento organizacional da empresa. "É uma questão de experiência. A maioria desses executivos já passou por outros países e viveu desafios semelhantes aos que a organização enfrenta atualmente".
Fonte: Valor Econômico/Marcos de Moura e Souza | De Belo Horizonte
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