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Aposta no futuro

Na expectativa do aumento de vendas, fornecedores de tubos e conexões realizam investimentos visando aumentar produtividade

Os mercados naval e offshore têm importância significativa para o setor de tubos e conexões. Os vários projetos previstos — navios, sondas, plataformas e FPSOs — dão conta de que o cenário nos próximos anos será de muito trabalho para os fornecedores. Para aumentar sua produtividade, as empresas estão investindo em pesquisa, tecnologia e em construção de novas plantas ou ainda na ampliação de unidades já existentes.

Uma delas é a V&M do Brasil (VMB), controlada pelo grupo francês Vallourec. Para este mês de julho, está prevista a inauguração de um centro de pesquisa da empresa, que fará parte do Parque Tecnológico da UFRJ – Ilha do Petróleo. Denominada Vallourec Research Rio de Janeiro (VRRJ), a unidade terá como foco principal a realização de pesquisas sobre o pré-sal, além da criação de projetos voltados para o desenvolvimento do uso de tubos e produtos tubulares com fins estruturais, automobilísticos, de transportes e robótica. Também irá otimizar o modelo energético e tecnologia ambiental.

Nos últimos anos, a companhia também investiu na ampliação da oferta e aperfeiçoamento de suas linhas de produção, na instalação de novas linhas de rosqueamento para tubos petrolíferos e em equipamentos para usinagens de pontas de tubos. No ano passado, a companhia inaugurou uma nova fábrica de acessórios, que está instalada na Base Logística e de Serviços da empresa, em Rio das Ostras, no estado do Rio de Janeiro. Na unidade fluminense são executadas atividades de inspeção, fabricação e reparo de tubos e acessórios para a exploração de petróleo. Na planta, instalada em área de dois mil metros quadrados, também serão produzidos e reparados diversos tipos de produtos premium para completação de poços petrolíferos.

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De acordo com a companhia, estas conexões especiais permitem que tubos e acessórios sejam acoplados uns aos outros por um sistema integrado de roscas, selos e ombros de torque, que garantem melhor desempenho durante a aplicação. Os equipamentos têm a capacidade de executar a usinagem externa e interna nos tubos e acessórios, permitindo mais flexibilidade para o atendimento às necessidades mais complexas dos clientes. Teste hidrostático, serra para corte de segmentos de tubos, calibradora de pontas e máquina de aperto computadorizada integram o conjunto de produtos da planta. “O objetivo da nova fábrica é alcançar a excelência no atendimento a seus clientes, fornecendo pacote completo, com tubos de aço sem costura, acessórios e gerenciamento de poços”, diz o gerente de vendas Projetos Line Pipe da V&M do Brasil, Christian Hahne.

Também no ano passado a Tubos Ipiranga inaugurou duas filiais que atendem aos setores naval e offshore. “Em Recife investimos para atender à nova refinaria RNEST e os estaleiros. Em Salvador, focamos na assistência às indústrias petrolíferas, que realizam manutenção e ampliações de refinarias”, conta o presidente da empresa, Alexandre Plassa. Para este segundo semestre, a companhia pretende iniciar a construção de uma nova unidade na cidade do Rio de Janeiro. O terreno, adianta o executivo, já foi adquirido. “Com isto haverá ampliação do tamanho e capacidade logística para atender aos setores naval e de petróleo”, diz.

2012 também foi o ano em que a Tuper inaugurou a unidade Tuper Óleo e Gás, no município de São Bento do Sul, em Santa Catarina. Na nova unidade são produzidos tubos de aço carbono para aplicações de condução, com diâmetros de até 133/8'', com espessuras de 3mm a 16mm, utilizados no transporte de óleo e gás, minerais, combustíveis e outros derivados de petróleo. Também são fabricados tubos casing em aço carbono de 5.1/2'' a 13.3/8'' de diâmetro, usados para revestimento de poços de petróleo ou gás associados a variados graus e padrões de rosca. A unidade tem capacidade para fabricar também tubos estruturais para diversas aplicações onshore e offshore.  Instalada em uma área total de 34,5 mil metros quadrados, a nova fábrica demandou investimentos de R$ 198 milhões.

Segundo o presidente e CEO da Tuper, Frank Bollmann, cerca de 70% da produção da Tuper Óleo e Gás serão destinados ao segmento de petróleo, gás, químico, petroquímico e mineração. Os outros 30% atenderão a outros segmentos. “Com a nova unidade, passamos a ser a única empresa de capital 100% nacional entre as grandes fabricantes instaladas no Brasil capaz de produzir tubos de aço API”, gaba-se Bollmann. Além da aplicação de recursos em máquinas e novas plantas, a Tuper também tem investido na capacitação e formação de seu pessoal. “Estamos sempre investindo no aprimoramento de nossos engenheiros e técnicos, pois entendemos que o fator humano também pesa nos nossos ganhos de produtividade”, destaca o presidente.

A Protubo é outra companhia que também tem realizado investimentos visando aumentar sua produtividade. A companhia está construindo, no Rio de Janeiro, uma fábrica, adjacente à atual, que atenderá exclusivamente aos clientes do mercado offshore. A empresa também está conduzindo estudos de viabilidade técnico-econômica (EVTE) para investimento em novos processos produtivos para atender à demanda de curvas, principalmente em aplicações com requisitos de qualidade especiais, para as empresas que fornecem equipamentos de exploração e produção de petróleo no Brasil e no exterior. Para o diretor de Negócios da Protubo, Sergio D’Oliveira, as vendas para o setor offshore no ano passado se mantiveram estáveis com base em contratos firmados anteriormente ao período, enquanto que o setor naval apresentou crescimento moderado a partir do segundo semestre de 2012. “A perspectiva para este ano e para os próximos felizmente é de crescimento, contudo ainda moderado”, declara o executivo.

O Grupo Açotubo também espera uma concretização da demanda para investir em um novo galpão, em Guarulhos, no estado de São Paulo, e ampliar sua capacidade de estoque em conexões. “Estamos com a área, que já está terraplanada, e só estamos aguardando mais um pouco para ver se esse ano o mercado reage, principalmente nessa área de petróleo, que está um pouco confusa”, relata o gerente corporativo de marketing da Açotubo, Fernando Del Roy. Apesar do momento ainda tímido do setor, a companhia chegou a aplicar no ano passado cerca de R$ 15 milhões nessa divisão de conexões. Estruturada com mais de mil itens em estoque, a unidade foi dividida em duas linhas: conexões tubulares e flanges em aço carbono. “Dessa forma, o cliente, em um só local, pode comprar tudo o que irá necessitar para atender ao seu projeto”, destaca o executivo. Do montante, aproximadamente R$12 milhões foram destinados ao estoque para a linha de conexões e o restante em estruturas, como racks e empilhadeiras.

O atraso na execução de alguns projetos do setor, no entanto, é um dos obstáculos que têm feito os empresários frearem seus investimentos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal (Abitam). O presidente da instituição, José Adolfo Siqueira, ressalta que os projetos não têm ocorrido com a frequência e a programação que inicialmente é prevista.

“O anúncio do que será feito está um pouco descolado da efetividade da obra e frustra muito o industrial quando ela não sai na velocidade prevista, porque ele se programa, investe, compra equipamentos, treina pessoal e os pedidos não entram com a frequência e a regularidade que deveriam acontecer”, destaca Siqueira, reconhecendo que o problema tem sido constatado em diversas áreas e não apenas no setor de óleo e gás. O atraso pode inclusive prejudicar a competitividade dos fornecedores nacionais frente aos concorrentes estrangeiros. De acordo com o presidente da Abitam, a indústria brasileira de tubos e conexões atende plenamente ao setor naval. Já para área do pré-sal ainda precisam ser desenvolvidos alguns produtos especiais que ainda não haviam sido demandados pelo país. Por isso, é importante que haja previsibilidade das encomendas.

— É necessário que a demanda seja firme. O empresário gosta de desafios e não de incertezas. É preciso ter previsão de que ele vai investir e de que aquele investimento vai trazer retorno, porque toda indústria se movimenta pelo lucro. Muitas empresas do setor [de tubos e conexões] estão investindo no segmento de óleo e gás, mas precisamos ter demanda firme, porque os investimentos são altos e o empresário não vai investir se não tiver certeza de que realmente vai ter retorno —, acredita Siqueira.

Ele cita também outros gargalos que prejudicam o setor de tubos e conexões. Alguns, inclusive, que afetam a indústria em geral, como o alto custo Brasil. Desaprova as medidas pontuais do governo, como a desoneração da folha de pagamento para alguns setores. “É preciso que haja uma política industrial e de desenvolvimento para o país, que envolva financiamento, setor fiscal, tributário, tecnologia, educação. Não dá para adotar algumas medidas pontuais, é preciso que se faça uma análise completa da situação do país como a Coreia e a China fizeram. Precisamos de uma política de estado e não de uma política de governo ou de partido”, enfatiza. Siqueira critica também os regimes especiais, como o REB e Repetro, que afetam a competitividade dos fornecedores nacionais frente aos concorrentes estrangeiros.

Os fornecedores de tubos e conexões destinados aos setores naval e offshore consideram que as dificuldades de logística e infraestrutura são alguns dos principais gargalos que podem dificultar o aumento das vendas dos seus produtos no Brasil. Alta carga tributária, carência de mão de obra qualificada e custos trabalhistas elevados também foram citados como obstáculos pelas empresas.

Mas apesar dos entraves, os setores naval e offshore ajudam a incrementar o faturamento do segmento de tubos e conexões. De acordo com o presidente da Abitam, na sua plenitude, o setor deve responder por, pelo menos, 20% do consumo de tubos e conexões no país. Siqueira acredita que deva haver um ritmo forte de demanda no mercado brasileiro nos próximos dois anos. “Estamos apostando que esse segmento vai trazer uma boa resposta para as empresas. É uma mensagem otimista reservada”, diz o executivo.

Esse otimismo também é confirmado pelos fornecedores de tubos e conexões. De acordo com Oliveira, da Protubo, apesar da atual retração verificada na economia mundial, os setores naval e offshore estão em fase de demanda crescente de tubos e conexões em razão do planejamento estratégico da Petrobras. “Os pesados investimentos da estatal para a área do pré-sal fomentam a cadeia produtiva desses setores, gerando inúmeras oportunidades comerciais para nós”, diz o diretor de negócios. Ele acrescenta também que os principais clientes da linha offshore da companhia estão ampliando ou construindo novas fábricas para atenderem a forte demanda de equipamentos para o pré-sal. Ao mesmo tempo, os estaleiros também estão retomando seus investimentos. “Este cenário nos deixa bem motivados a também avaliar novos investimentos. Esperamos poder contribuir para o sucesso desses projetos”, declara o executivo.

Fabricante nacional de conexões 3D e 5D, a Protubo também produz curvas com geometrias especiais. Embora esteja apta a fornecer curvas em tubos de até 38”, os clientes do setor naval têm requisitado à companhia curvas com diâmetro de até 8”, enquanto os da linha offshore demandam geralmente curvas para até 12”. Em seus produtos, a companhia utiliza o conceito “Elbow-Less System”, que visa obter curvas consecutivas, planas ou tridimensionais, reduzindo os pontos de solda. “É um processo inovador e pioneiro da Protubo que, em razão da redução dos pontos de solda, diminui também a necessidade de radiografias e demais ensaios não-destrutivos, proporcionando uma economia significativa nos custos e redução dos prazos de montagem”, explica Oliveira.

A Protubo está no mercado brasileiro desde 1975, como resultado da associação entre duas empresas japonesas, a Ishikawajima Heavy Industries e a Dai-Ichi High Frequency Company. A companhia nasceu da necessidade em atender à alta demanda do estaleiro Ishibras, que pertencia à Ishikawajima Heavy Industries. Embora a Protubo tenha o setor naval em seu DNA de origem, a companhia veio aperfeiçoando e expandindo seus serviços para outros setores, como geração de energia, siderurgia, mineração, papel e celulose, construção civil e principalmente óleo e gás, onde a empresa atende a toda cadeia de suprimentos, do upstream ao downstream. Atualmente, os segmentos naval e offshore representam cerca de dois terços do faturamento total da companhia.

A Tuper fez o caminho inverso. A companhia iniciou na década de 80 a produção de tubos de aço voltados para diversos segmentos. Com o passar dos anos, passou a fabricar tubos pretos e galvanizados destinados aos mercados naval e offshore. Considerando todas as suas divisões, a Tuper alcançou, no ano passado, um faturamento bruto de R$ 1,2 bilhão, equivalente a um crescimento de 24% em comparação com 2011. A expectativa é que, dentro de quatro anos, a unidade Tuper Óleo e Gás represente entre 30% e 35% do faturamento da companhia.

Segundo Ballmann, a companhia está bastante otimista em relação ao futuro dos mercados naval e offshore. “Acreditamos no bom desempenho do setor de óleo e gás para alavancar nossas vendas nos próximos anos. Atualmente já fornecemos para empreendimentos da Petrobras e estamos fazendo outros investimentos para ampliar ainda mais nossa presença no território nacional e também internacional”, ressalta o CEO da Tuper. Além disso, a empresa acredita que os projetos envolvendo os blocos leiloados na última rodada da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vão gerar uma grande demanda nos próximos anos. “Queremos aproveitar também o bom momento vivido pela indústria do petróleo, que deve durar até 2020. Até lá, a expectativa é de aumento da demanda por tubos para refinarias, plataformas e dutos em outras obras previstas no país”, conclui.

O foco da V&M do Brasil também será o desenvolvimento de produtos voltados para a exploração e produção de petróleo. De acordo com o gerente de Aplicações de Estruturas Tubulares da empresa, Rodrigo Monteiro, os tubos sem costura da companhia já são bastante utilizados em estruturas de topsides de plataformas offshore construídas no Brasil, como módulos de processo, torres flare, helicopter deck, guindastes especiais e demais equipamentos. Mas desde 2010 a divisão de tubos estruturais da VMB passou a atuar com foco específico neste segmento de mercado. Os produtos da V&M do Brasil estão presentes em todos os processos de perfuração e completação de poços onshore e offshore: perfuração, produção e transporte de petróleo ou gás até a refinaria.

Um dos diferenciais da empresa em relação aos produtos que atendem ao projeto pré-sal é a linha premium. Como existem poços do pré-sal com três a cinco quilômetros de perfuração, sem contabilizar a profundidade da água, que é de cerca de dois quilômetros, são necessários tubos de alta qualidade. A empresa destaca que no país é a única produtora de tubos de aço sem costura (OCTG.) A V&M do Brasil e a Petrobras inclusive assinaram, no último mês de janeiro, um contrato de cinco anos para fornecimento de produtos premium OCTG a operações da Petrobras. Os produtos serão utilizados na exploração e produção offshore de petróleo e gás.

Através de uma usina integrada com produção própria de aço, laminação de tubos sem costura e unidades de tratamento térmico com têmpera e revenimento, a V&M do Brasil garante o atendimento às especificações técnicas restritas que são exigidas para os tubos estruturais deste segmento e capacidade industrial compatível com os volumes e prazos requeridos pelo mercado. Para a companhia, o cenário para os próximos anos é positivo. “A demanda é crescente em função de estruturas de equipamentos e topsides das novas plataformas da Petrobras, como FPSOs replicantes e cessão onerosa, além de outras plataformas cuja construção está sob a gestão de multinacionais que estão atuando no Brasil”, diz Monteiro, destacando que as estruturas de aço destas plataformas requerem tubos estruturais em graus de aço especiais de alta resistência mecânica e com elevada resistência ao impacto em baixas temperaturas.

Na Tubos Ipiranga, as vendas em 2012 apresentaram um crescimento de 5% em 2011 se comparado a 2011. O segmento naval e offshore representa 10% do faturamento total da empresa.

A expectativa é crescer em torno de 7% neste ano, atingindo um faturamento de R$ 400 milhões, ante R$ 373 milhões do ano passado. “Estamos em um momento que a demanda está em alta por conta das construções de plataformas, barcos de apoio e navios voltados ao setor petrolífero, porém, tímidos se comparado a real necessidade dos projetos dos setores naval e offshore. Mas acreditamos que a demanda subirá”, declara Plassa.

Fundada em 1996, a Tubos Ipiranga está localizada na cidade de Ribeirão Pires, em São Paulo, e é composta por oito filiais A estrutura está baseada em 80% na distribuição de produtos de diversas empresas, como Tenaris Confab, V&M do Brasil, Arcelor Mittal e Pam Saint Gobain. Os 20% restantes estão na produção de tubos de grande diâmetro, tubos trefilados e peças na unidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

A Açotubo também registrou em 2012 um aumento expressivo das suas vendas em relação ao ano de 2011. O objetivo é crescer ainda mais. “Embora o PIB não esteja mais apontando 3,5 a 4% de crescimento, continuamos muito otimistas, uma vez que os investimentos que fizemos estão evoluindo dentro do planejado. As vendas estão crescendo dentro do esperado. Como nosso planejamento é feito por segmento, pensamos em expandir algo em torno de 15%”, diz Del Roy.

O segmento naval sempre foi considerado um setor importante para o Grupo Açotubo, que atua na linha de tubos carbono desde 1974. Com o passar dos anos a empresa foi agregando outras linhas para atender a este setor de forma mais completa, através de linha de inox, serviços industriais e a linha de conexões. “Este setor vem crescendo ano a ano. Verificamos que nunca tivemos tantos pedidos de navios e plataformas como agora. Áreas como a do Rio de Janeiro que, por anos estiveram paradas, agora vivem períodos de muito trabalho. O Nordeste também instalou bases importantes para a fabricação naval”, salienta o executivo.

Entre os tubos e conexões da companhia mais requisitados pelos clientes dos setores naval e offshore, Del Roy explica que as soluções variam muito de acordo com a embarcação que está sendo construída. Mas quando se destinam à Petrobras, normalmente são requisitados os materiais da norma API. O Grupo Açotubo é composto por seis divisões (Aço e Tubos ao Carbono; Conexões; Inoxidáveis; Trefilação; Sistemas de Ancoragem e Serviços Industriais) e a linha naval representa cerca de 6% do faturamento do grupo.

A companhia atua com soluções completas ao disponibilizar barras e tubos de aço carbono, conexões e flanges, chapas e tubos de aço inoxidável, trefilação, aços ressulfurados, produção de peças e sistemas de ancoragem. Além de suas filiais, a empresa conta também com um centro de serviços industriais. Nesta unidade, é realizado, entre outras atividades, corte de chapas a plasma e a laser, além de dobras. “Entregamos as peças para os clientes já semiacabadas ou a peça pronta conforme o projeto”, diz Del Roy.

Distribuidora de tubos das brasileiras V&M do Brasil e da Tenaris Confab, a Açotubo formou uma parceria com a Uniforja (Cooperativa Central de Produção Industrial de Trabalhadores em Metalurgia) para fornecer conexões que também contemplem conteúdo local. “Na parte de conexões, 90% do que existe no mercado hoje são importados. Através dos produtos da Uniforja, podemos oferecer a nossos clientes toda linha de conexões e tubos com conteúdo nacional”, conclui o executivo. Constituída em meados de 2000, a Uniforja é especializada na fabricação de anéis, flanges e conexões de aço forjado. A cooperativa está localizada em Diadema, no estado de São Paulo.

 

 

 



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