Início da montagem estrutural da embarcação, que vai integrar contratos firmados com a Petrobras, ocorreu no estaleiro do grupo, na Bahia
A Belov realizou, na última segunda-feira (17), em seu estaleiro em Simões Filho (BA), o batimento de quilha do Belov Arembepe, novo SDSV (embarcação de apoio a mergulhos rasos) que está sendo construído para integrar a frota da companhia. A etapa de início da montagem estrutural da embarcação dá sequência ao avanço do projeto do Belov Arembepe, cujo primeiro corte do aço do casco (CN038) foi realizado em abril deste ano, quando a construção foi iniciada. A entrega está prevista para o segundo semestre de 2027.
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O Belov Arembepe será uma embarcação gêmea dos SDSVs Belov Humaitá e Belov Amaralina, ambos do modelo Robert Allan RAlly 4000, e contará com classificação da sociedade classificadora RINA. São embarcações com 40,50 metros de comprimento, 10,98 metros de boca moldada, 3,85 metros de pontal moldado e 2,88 metros de calado. O Arembepe foi projetado para operar com 4 geradores de 565 kW (e um gerador de emergência de 96 kW), três hidrojatos de 520 kW e 3 propulsores de túnel de 150 kW.
A construção da embarcação integra o projeto de expansão da frota da Belov e está relacionada aos novos contratos firmados com a Petrobras. Ao todo, são oito contratos, com prazo de quatro anos, envolvendo o afretamento e a prestação de serviços com quatro embarcações SDSV voltadas ao apoio a operações de mergulho raso de até 50 metros e atividades com ROV (Remotely Operated Vehicle). Os acordos somam R$ 2,7 bilhões.
As embarcações serão empregadas em serviços de inspeção e manutenção de plataformas offshore da Petrobras ou de unidades por ela contratadas. Além do Belov Arembepe, os contratos envolvem as embarcações Belov Humaitá, Belov Amaralina e Cidade Ouro Preto.
A cerimônia de batimento de quilha contou com a presença do ministro de Portos e Aeroportos (MPor), Tomé Franca, além de representantes de governo, das autoridades portuária (Codeba) e marítima, da Caixa Econômica Federal, da RINA, bem como diretores e colaboradores do estaleiro e do grupo Belov e representantes da cadeia naval.
De acordo com o diretor do estaleiro, Sergio Belov, o batimento de quilha representa uma etapa importante porque materializa o avanço do projeto Belov Arembepe e inicia uma nova fase da montagem da embarcação. “É também um marco para o nosso estaleiro e para a estratégia de expansão da frota, reunindo experiência operacional, engenharia naval e tecnologia para atender às demandas cada vez mais complexas do mercado naval e offshore”, comentou o diretor.















