O Naval Group divulgou vídeo institucional sobre o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), parceria da empresa com a Marinha do Brasil, em que apresenta bastidores do projeto a partir do olhar de profissionais que participam diretamente de sua execução. O filme, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=Teqhq4svTB0, mostra imagens das principais etapas da construção e depoimentos de envolvidos no desenvolvimento das embarcações.
Nele, é destacada a cooperação industrial e tecnológica entre Brasil e França e a importância do Prosub para a engenharia naval brasileira. A parceria foi iniciada em 2008, com a assinatura de acordo de cooperação que, no ano seguinte, foi consolidada com o lançamento do Prosub.
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O programa prevê inicialmente a construção de quatro submarinos convencionais da classe Scorpène. E inclui apoio ao desenvolvimento de submarino com propulsão nuclear brasileiro e a instalação do estaleiro e da base naval de Itaguaí.
Três submarinos já foram entregues à Marinha do Brasil. O Riachuelo e o Humaitá foram incorporados à frota em 2022 e 2024, respectivamente, enquanto o Tonelero foi entregue em novembro de 2025 e, no mesmo mês, o quarto, o Almirante Karam, lançado ao mar.
Projetados para atender a requisitos operacionais da Marinha, os submarinos da classe Scorpène são plataformas convencionais capazes de atuar em diferentes cenários de guerra naval. Podem ser usados em combate a navios de superfície e submarinos, coleta de informações e operações especiais.
Nicolas Viala, diretor do Naval Group no Brasil, classificou o Prosub como projeto estruturante para a soberania marítima do Brasil. Segundo o executivo, ele representa um processo de transferência de tecnologia, formação de capacidades industriais e cooperação de longo prazo entre Brasil e França. “O vídeo mostra justamente o trabalho das equipes que, ao longo de muitos anos, têm contribuído para transformar esse projeto em realidade”, afirmou.
O Naval Group explicou que, como parte da parceria, profissionais brasileiros foram treinados em estaleiros na França, enquanto fornecedores locais foram qualificados e integrados à cadeia produtiva do programa. Segundo a empresa, isso fortaleceu a indústria naval e de defesa no país.
















