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Após manchas avistadas, não foi mais detectado óleo de navio encalhado

O último boletim divulgado pela Marinha informou que a situação do MV Stellar Banner permanece estável e que não foram identificados vestígios de óleo ao redor da embarcação, encalhada a 100 quilômetros da costa de São Luís (MA) desde o final de fevereiro. Além dos sobrevoos diários do helicóptero UH-15 da Marinha, o OSRV (embarcação de combate a derramamento de óleo) C-Sailor e os rebocadores C-Atlas e C-Ambassador realizam monitoramento visual e por radar de detecção de óleo nas proximidades do local do acidente. A retirada do óleo do navio encalhado está prevista para ocorrer a partir desta terça-feira (10), após aprovação do plano de destanqueio.

Na tarde da última sexta-feira (6), foi avistada uma mancha de óleo no mar pelo OSRV, cuja origem foi identificada, na popa do MV Stellar Banner. Na manhã de sábado (7), após sobrevoo do helicóptero S76 e monitoramento dos navios na área, a mancha não foi mais detectada. Foram coletadas amostras da água do mar e dos tanques do navio para análise. Ainda na sexta-feira, a Marinha informou que não havia mudanças no grau de inclinação do navio e que o resultado do mergulho realizado na manhã do dia anterior havia constatado que os sistemas de governo e propulsão do navio estavam intactos.

No domingo (8), a Vale apresentou a modelagem da deriva em caso de derramamento de óleo do MV Stellar Banner, de propriedade e operada pela Polaris Shipping. A empresa contratou uma equipe médica a fim de prestar apoio imediato na cena de ação. O funcionário da empresa Ardent Global que havia sido encaminhado para o hospital São Domingos (MA), no sábado (7), após sofrer uma queda no passadiço, recebeu alta médica. Na tarde daquele dia, o tripulante da equipe de salvatagem do navio foi resgatado.

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A Marinha empregou até o momento 255 militares e disponibilizou o navio de apoio oceânico Iguatemi, o navio hidroceanográfico Garnier Sampaio, uma aeronave UH-15 e sete embarcações da capitania dos portos do Maranhão (CPMA). Também atuam no local do encalhe: seis rebocadores (três deles dotados com materiais para combate à poluição por óleo); um drone com câmera térmica; um helicóptero S-76C e três embarcações de suporte às atividades de contingência de derramamento de óleo (OSRV).

A 12ª reunião no CPMA, realizado no domingo, contou com representantes da Vale, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Polícia Federal, Ardent Global, gerência ambiental do Porto do Itaqui, secretaria estadual do estado do meio ambiente e agentes marítimos.



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