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Escoamento por hidrovias pode ser 50% mais barato que outros modais, aponta estudo

Levantamento feito pela Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação (SNHN) do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e divulgado, nesta terça-feira (16), indica que a eficiência energética das barcaças usadas no transporte hidroviário é 78% superior à do rodoviário e mais de 30% maior que a do ferroviário, quando considerado o consumo de combustível por tonelada transportada. Além disso, o estudo mostra que, em grandes distâncias, o escoamento por hidrovias pode ser até 50% mais barato.

O uso de comboios formados por dezenas de barcaças permite movimentar grandes volumes de carga com menos consumo de combustível e redução na emissão de gases de efeito estufa (CO₂). Segundo o ministro de portos e aeroportos, Silvio Costa Filho, a integração dos rios em rotas para transporte de carga reduz custos para o produtor e equilibra a matriz de transportes. “Isso permite que cada modal atue onde é mais eficiente, gerando desenvolvimento com sustentabilidade", disse.


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O secretário nacional de hidrovias e navegação, Otto Burlier, acrescentou que o governo federal tem incentivado a renovação e ampliação da frota para transporte hidroviário com recursos meio do Fundo da Marinha Mercante (FMM) e que na região Norte os projetos para construção de barcaças e empurradores somam R$ 2,7 bilhões, sendo R$ 2,17 bilhões destinados ao Pará e R$ 510,9 milhões ao Amazonas. De acordo com Burlier, grande parte dessas embarcações está sendo construída em estaleiros da região, gerando empregos e fortalecendo a indústria naval local.

 






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