A expansão da produção do pré-sal voltou a acelerar investimentos em infraestrutura portuária voltada à exportação de petróleo. Terminais no Rio de Janeiro e no Espírito Santo estão ampliando capacidade para receber volumes maiores e operações de transbordo entre navios.
Entre os projetos estão o Porto Sudeste, em Itaguaí (RJ), que iniciou obras para novos dolfins e pretende ampliar a capacidade de transferência exclusiva para granéis líquidos para 50 milhões de toneladas por ano, com conclusão estimada para o início de 2027. O Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), também está em expansão e informou que pretende elevar sua capacidade de movimentação de 1,2 milhão para 1,8 milhão de barris por dia.
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No Espírito Santo, projetos em Aracruz incluem estrutura para operações de transbordo de petróleo e a atração de navios de maior porte, reforçando a disputa por corredores logísticos mais eficientes para o escoamento do óleo cru brasileiro. O movimento acompanha o avanço das exportações nacionais, que somaram 10,57 milhões de toneladas em janeiro, alta de 13,3% na comparação anual, segundo dados oficiais divulgados em fevereiro.
A pressão por nova infraestrutura também se conecta ao aumento das vendas externas da Petrobras, que exportou 765 mil barris por dia em 2025, em recorde histórico, com parte relevante do petróleo destinada à China, segundo levantamento divulgado em fevereiro.












