A Vast Infraestrutura anunciou a extensão, até o fim de 2027, do contrato de transbordo de petróleo com a Petronas Brasil no Terminal de Petróleo T-Oil, localizado no Porto do Açu (RJ), consolidando a parceria iniciada em 2023 e reforçando o papel do ativo como corredor estratégico de exportação de óleo bruto.
Desde 2023, a Petronas Brasil utiliza o T-Oil para operações de transbordo de petróleo bruto, em regime de contrato que agora passa a cobrir todo o período até 2027, segundo comunicado da companhia. A infraestrutura da Vast inclui berços para operações ship-to-ship e sistemas dedicados ao carregamento de navios de grande porte, voltados ao mercado internacional.
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De acordo com dados da empresa, o terminal movimentou em 2025 cerca de 30,6 milhões de toneladas de petróleo destinados à exportação, volume que representou 48% de todo o petróleo bruto embarcado por terminais brasileiros no ano, mantendo a liderança nacional nesse segmento. Com a renovação, a Petronas Brasil integra o grupo de clientes com contratos de longo prazo alinhados à estratégia de uso intensivo dessa infraestrutura.
A Vast destaca que o acordo reforça o papel do T-Oil como solução logística para companhias de energia que operam no Brasil, combinando capacidade de movimentação, confiabilidade operacional e interface com rotas internacionais de longo curso, em um cenário de aumento da produção offshore brasileira.
Hub de óleo e gás
A expansão da infraestrutura do Porto do Açu, com destaque para o Terminal de Petróleo T-Oil e para os projetos de gás natural associados à GNA, tem reforçado o complexo como um dos principais eixos de escoamento da produção brasileira de óleo e gás. No segmento de gás, a entrada em operação da UTE GNA II consolidou no Açu a maior usina a gás natural do país, com investimento da ordem de R$ 7 bilhões e capacidade instalada de 1.672 MW, suficiente para atender até 8 milhões de residências em condições de despacho pleno. A combinação entre terminal de GNL, infraestrutura de regaseificação e geração termoelétrica posiciona o complexo como ativo estratégico para a segurança de suprimento e a diversificação da matriz energética brasileira.













