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Cecafé mantém negociação com importadores norte-americanos

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) informou, nesta quarta-feira (6), que mantém negociações com entidades de empresários norte-americanos, como a National Coffee Association (NCA), importadoras e dirigentes de redes de cafeteria e que continua fornecendo ao governo brasileiro dados sobre a importância do café na pauta de exportações do Brasil e das importações do Estados Unidos. Em nota, assinada por seu diretor geral, Marcos Matos, os exportadores de café ressaltam que o objetivo é que o produto seja incluído pelo governo americano em uma lista de isenção da taxação.

O argumento principal é que se trata de um produto que os Estados Unidos não cultivam em escala para atender seu mercado interno. O Cecafé chama a atenção que os americanos são os maiores consumidores mundiais, absorvendo mais de 24 milhões de sacas ao ano. “Na eventualidade de isso não ocorrer, seguiremos trabalhando para que o café entre na lista de isenções do Brasil, sendo excluído da taxação adicional de 40% e passando a ser tributado com os 10% do primeiro anúncio, em abril”. A avaliação é que a isenção colocaria o país em condições de igualdade ou até mesmo em vantagem na comparação com os principais concorrentes fornecedores dos Estados Unidos.


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O documento do Cecafé informa ainda que é crescente o consumo de café em algumas nações da Europa e, em especial, da Ásia, como Índia e China, e que o Brasil, como maior produtor global, é o único país capaz de atender a essa demanda crescente, mas ressalta que não se trata de potencial de absorver as 8,1 milhões de sacas que são exportadas para os Estados Unidos. “Não podemos relativizar o mercado norte-americano, que é nosso principal comprador, onde respondemos por 30% da oferta. Ou seja, há uma relação de interdependência entre Estados Unidos e Brasil”.

O Cecafé acrescenta que a habilitação pela China de empresas brasileiras não implica vendas imediatas ou aumento da exportação de café para aquele país, porque a comercialização é feita empresa a empresa, ou seja, o eventual aumento dos embarques ao país asiático dependerá da demanda apresentada pelas trades chinesas junto aos exportadores brasileiros do produto.






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