Uma saída para a Sete Brasil poderá ser aporte de capital de R$ 1,2 bilhão, talvez de um novo sócio. A Petrobras daria ajuda, elevando o prazo de contratação das sondas de 15 para 25 anos. O número de sondas poderá cair de 28 para 18, o que ainda evitará uma crise na construção naval.
Endividada, a Sete é muito criticada, mas, no Jornal dos Economistas, recebeu apoio de Guilherme Estrella, que foi diretor da Petrobras, onde atuou por 40 anos. Explicou Estrella que as águas ultraprofundas são a última fronteira para se explorar óleo no planeta e que o Brasil não pode só importar navios-sonda, sem produzir nos estaleiros nacionais, pois ficaria na mão dos estrangeiros. Por isso, Estrella achou essencial a criação da Sete Brasil.
Fonte: Monitor Mercantil/Sergio Barreto Motta
PUBLICIDADE