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ANP atenua conteúdo local para petróleo

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) quer atenuar as regras que exigem das empresas de petróleo o compromisso com uma porcentagem mínima de conteúdo local, nos leilões feitos pelo governo.

A proposta que a ANP colocou em consulta pública passa a computar como investimentos nacionais as atividades de manutenção de sondas de perfuração e embarcações estrangeiras, desde que realizadas em estaleiros brasileiros.

Essa mudança ajuda os estaleiros, que passam a ter trabalho mesmo sem encomendas de construção de navios ou plataformas.

A proposta também amplia, em relação à regra atual, o número de bens que podem ser considerados como conteúdo local.

Prevista desde a primeira rodada, em 1999, a exigência de conteúdo local ganhou importância a partir do governo Lula, que fez do fortalecimento da indústria nacional foco da sua campanha.

A indústria de fornecedores não conseguiu, contudo, acompanhar o ritmo de produção de petróleo e gás no país, o que gerou uma série de multas às petrolíferas.

MULTAS

Até o primeiro semestre de 2012, foram multados 71 blocos da Petrobras, da Shell, da Sonangol, da Maersk, da Petrosynergy, da Quantra, da Petrogal, da Partex e da Aurizônia, informou a ANP. Em 2011, a agência arrecadou R$ 31 milhões em multas, e, em 2012, R$ 5 milhões.

A partir deste ano, as multas tendem a ser mais intensas, porque começam a ser auditados os sistemas instalados a partir da 7ª rodada, que passou a exigir certificação de conteúdo nacional.

A proposta da ANP começa a ser analisada pela indústria até 14 de fevereiro. Se a resolução for aprovada, as novas regras já valeriam para contratos da 7ª rodada.

A ANP quer também ampliar a certificação por família de produtos, e não individualmente, como é hoje, acelerando com isso o processo.

A agência passaria a aceitar a certificação de serviços seriados, ou seja, um prestador de serviço receberá uma certificação que vai valer para vários clientes, e não cliente a cliente, como é hoje.

FORNECEDORES

Mas, se a resolução ajuda as empresas de petróleo e os estaleiros, no outro lado do balcão os fornecedores ainda não tem consenso.

Depois de passar 2012 praticamente estagnada, devido à pisada no freio dos investimentos da Petrobras, a indústria que fornece serviços e equipamentos teme que uma possível redução de encomendas faça naufragar as conquistas feitas.

Para definir uma posição, a Onip (Organização Nacional das Indústrias de Petróleo) se reúne na sexta com federações estaduais da indústria e associações setoriais para "analisar com calma a resolução, fazer a lição de casa e enviar sugestões para a ANP", diz o superintendente da entidade, Alfredo Renault.

Fonte: Folha de São Paulo/DENISE LUNA DO RIO
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Administração dos Portos dá início à dragagem em Antonina - 15/01/2013 15:40
Já está em Antonina a draga que irá realizar os trabalhos do segundo lote da dragagem dos pontos críticos do Canal da Galheta. Também chinesa e com capacidade de cisterna para cinco mil metros cúbicos, o equipamento irá dragar o trecho que compreende o canal de acesso até o Porto de Antonina. O lote dois prevê a retirada de 1 milhão de metros cúbicos de resíduos num período estimado de cinco meses de trabalho.

“Com a dragagem do canal de acesso ao Porto de Antonina vamos conseguir ampliar a profundidade no local que deverá ser superior a 8 metros, melhorando consideravelmente as condições de navegação em Antonina”, explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) já concluiu o primeiro trecho da dragagem dos pontos críticos do Canal da Galheta, que compreende o trecho desde a entrada do canal até o Porto de Paranaguá. Os trabalhos, que tiveram início em julho do ano passado, concentraram-se em diferentes pontos do canal onde o assoreamento é mais intenso, devolvendo o traçado original da Galheta, com 15 metros de profundidade e 200 metros de largura.

No ponto onde há o registro de assoreamento mais constante, foi realizado um trabalho que ampliou a sobrelargura do canal. São 1.650 metros que passaram de 200 para 225 metros de largura. “Estamos cumprindo a determinação do governador Beto Richa de oferecer aos usuários maior segurança na navegação e permitir que o Porto seja mais competitivo. A conclusão desta primeira etapa dos trabalhos já apresentou resultados como a ampliação do tamanho dos navios que podem trafegar em Paranaguá. E com a dragagem em Antonina, estamos cumprindo o compromisso do governador com Antonina, que há 15 anos não recebia uma obra de dragagem”, destacou Dividino.

A batimetria final dos trabalhos mostrou que, nesta primeira fase da dragagem, foram retirados do canal cerca 2,7 milhões de metros cúbicos de sedimentos. A draga chinesa que realizou os trabalhos já deixou o Porto de Paranaguá.

A dragagem dos pontos críticos do Canal da Galheta tem custo total de R$ 37 milhões e está sendo paga com recursos próprios da Appa.

Fonte:Agência de Notícias do Paraná






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