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Estaleiro Enseada poderá ser transformado em polo industrial e logístico

O estaleiro Enseada Indústria Naval, localizado na foz do Paraguaçu, se movimenta para escapar da paralisia iniciada após o calote da Sete Brasil, empresa criada em 2010 pela Petrobras apenas para gerenciar encomendas de navios-sondas destinados à exploração do pré-sal. A ideia dos acionistas do empreendimento - Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki - é transformá-lo em um polo industrial e logístico para atender a outros segmentos da cadeia produtiva.

Recentemente, o estaleiro começou a se preparar para atrair novos negócios, com foco maior nos setores automotivo, petroquímico e de energia eólica. Além da planta gigantesca, onde foram investidos R$ 3 bilhões, a companhia quer aproveitar o potencial do seu cais de atracação, construído com padrão internacional e suporte para receber grandes embarcações. Vantagem e tanto em um estado que perde competitividade no transporte de cargas por causa dos gargalos portuários.


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Portas abertas

A operação para reativar o Estaleiro Enseada, que ficou sem o retorno financeiro garantido pela Sete Brasil, recebeu apoio direto do governo baiano. “Não podemos abandonar um investimento dessa magnitude”, garantiu o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda.

Mesmo com a eventual ampliação do leque, a companhia decidiu preservar a indústria naval como ponto forte do negócio. Sobretudo, através de propostas de parceria com investidores privados, já em curso.






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