A CMA CGM encerrou o primeiro semestre como a linha de navegação com maior crescimento relativo de capacidade de transporte de contêineres, superando a MSC em expansão percentual da frota, segundo levantamento recente da consultoria Alphaliner divulgado pela imprensa especializada. O estudo aponta que, embora a MSC mantenha ampla liderança em capacidade total, a armadora francesa foi a que mais ampliou sua oferta de espaço em TEUs em ritmo proporcional no período analisado.
De acordo com dados compilados pela Alphaliner, a CMA CGM atingiu capacidade operacional próxima de 4,4 milhões de TEU (4,4 milhões de TEU) em meados de 2026, impulsionada pela entrega de novos porta?contêineres e pela incorporação de navios fretados. O grupo francês também mantém uma carteira de pedidos de cerca de 1,5 milhão de TEU (1,5 milhão de TEU) distribuída em dezenas de embarcações em construção, o que reforça a perspectiva de continuidade do crescimento nos próximos anos.
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No mesmo relatório, a MSC aparece como líder isolada do mercado, com aproximadamente 7,33 milhões de TEU (7,33 milhões de TEU) de capacidade e participação de 21,5% na frota global de porta?contêineres. A Maersk figura em segundo lugar, com 4,72 milhões de TEU (4,72 milhões de TEU) e quota de 13,8%, enquanto a CMA CGM consolida a terceira posição com 4,36 milhões de TEU (4,36 milhões de TEU) e 12,8% de participação.
Para operadores portuários e terminais de contêineres, o avanço da CMA CGM na expansão de sua frota indica maior oferta de capacidade em rotas principais, com potencial impacto sobre frequências de serviços, disputa por cargas e negociação de fretes. Em análises recentes, publicações como Transportemoderno destacam que MSC, Maersk, CMA CGM e COSCO já concentram cerca de 60% da capacidade mundial de transporte de contêineres, reforçando o peso desses grupos na definição de estratégias logísticas globais.













