A International Chamber of Shipping (ICS) passou a tratar a captura de carbono a bordo como uma das opções tecnológicas com potencial para reduzir emissões no transporte marítimo internacional, em linha com a nova estratégia da Organização Marítima Internacional (IMO) para atingir emissões líquidas zero até 2050.
A avaliação da ICS ocorre em um momento em que projetos-piloto começam a demonstrar a viabilidade técnica da chamada captura e armazenamento de carbono a bordo (OCCS, na sigla em inglês). Em janeiro de 2025, por exemplo, uma armadora norueguesa anunciou a operação de um navio equipado com sistema capaz de filtrar os gases de exaustão, liquefazer o CO₂ capturado e armazená-lo em tanques para posterior envio a destinos de estocagem geológica ou reaproveitamento industrial.
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Em junho do mesmo ano, o Global Centre for Maritime Decarbonisation (GCMD) concluiu na China um piloto que envolveu a transferência de cerca de 25 toneladas de CO₂ capturado em um porta-contêiner para um navio receptor e, em seguida, para uma planta terrestre, onde o gás foi utilizado na produção de carbonato de cálcio de baixo carbono.














