O Plano Nacional de Logística (PNL) 2050 entrou em vigor nesta quarta-feira (12) com previsão de R$ 1,225 trilhão em investimentos para rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos. O documento, elaborado no âmbito do Planejamento Integrado de Transportes, deve orientar investimentos públicos e privados na infraestrutura nacional até 2050.
Do total projetado, R$ 734,4 bilhões deverão ser aportados pela iniciativa privada e R$ 490,5 bilhões pelo setor público, segundo dados divulgados pelo governo federal. Os recursos estão previstos para manutenção de corredores, expansão de estruturas existentes e implantação de novos empreendimentos logísticos.
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O PNL definiu 112 objetivos prioritários e 31 eixos de transporte: 12 rodoviários, oito ferroviários, quatro aquaviários e sete intermodais. Entre as diretrizes estão a expansão de corredores terrestres, a consolidação de hidrovias e a ampliação da infraestrutura portuária.
Para os portos, o plano reforça a necessidade de integração com acessos rodoviários, ferroviários e hidroviários. Durante o lançamento, o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que os terminais funcionam como pontos de conexão entre os modais e dependem da melhoria desses acessos para ampliar sua eficiência.
O diagnóstico que embasa o PNL aponta que o transporte rodoviário responde por 54% da movimentação de cargas no país, enquanto ferrovias e hidrovias ainda têm participação limitada. O plano também passou a incluir a cabotagem entre os temas de planejamento, com foco no aumento da intermodalidade, na redução de custos logísticos e na competitividade das exportações.
















