A Marinha anunciou, na última segunda-feira (25), que vai intensificar a execução de plano de ação voltado ao enfrentamento da seca na Amazônia com foco nos estados do Amazonas e de Rondônia, diante da probabilidade, levantada por entidades que fazem análises climáticas, de estiagem severa na região no segundo semestre de 2026.
As medidas previstas incluem levantamentos hidrográficos, divulgação de informações à comunidade marítima e fluvial e preparação logística de meios navais, equipamentos e efetivo militar, em ações integradas com os governos federal, estadual e municipais e instituições e empresas ligadas à navegação.
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Segundo o comandante do 9º Distrito Naval, vice-almirante André Luiz de Andrade Felix, o objetivo é prever impactos da estiagem e garantir condições seguras de navegação nos rios da região. Para isso, serão feitos levantamentos hidrográficos em pontos considerados críticos e atualizadas as plantas batimétricas.
Segundo o diretor do Centro de Hidrografia e Navegação do Noroeste (CHN-9), capitão de fragata Fábio Luis Moreira Jacobucci Bambace, os levantamentos serão intensificados em trechos usados por navios de grande porte, como a Passagem do Tabocal e a Enseada do Madeira, no Rio Amazonas, e as ilhas Trocari e Jussara, no Rio Solimões, além de pontos do Rio Madeira.
A força naval informou que mantém meios, pessoal e material para apoio às comunidades ribeirinhas e lembrou que, em operações anteriores, atuou no transporte de água potável, cestas básicas e suprimentos para cidades que ficaram isoladas por causa da seca. Explicou ainda que as ações previstas no Plano de Ação poderão ser ampliadas de acordo com o comportamento e a tendência dos rios da Bacia Amazônica ao longo do ano














