A Log-In Logística Integrada, empresa que administra o Terminal Portuário de Vila Velha (TVV), no Espírito Santo, informou nesta segunda-feira (16) que conta com cerca de 65 mil metros quadrados de área adicional preparada para em operação, dependendo apenas da liberação da Receita Federal. A expectativa é de que o espaço vai ampliar a capacidade logística do estado e permitir aumento na movimentação de cargas no estado.
De acordo com a empresa, o terminal opera atualmente em área aproximada de 103 mil metros quadrados e movimentou, nos últimos 12 meses, cerca de 217 mil boxes, com pico mensal de, aproximadamente, 25 mil em períodos de maior demanda, impulsionadas principalmente pela movimentação de veículos elétricos. Com a aquisição da nova área Penedo, o terminal amplia sua extensão total em quase 65%.
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Com operações que abrangem diferentes tipos de carga, o TVV atua em um modelo multipropósito, atendendo fluxos ligados a importação, exportação e distribuição nacional, incluindo contêineres, cargas gerais e veículos. Com esse perfil diversificado, o uso da infraestrutura se manteve elevada ao longo do último ano, com taxa média de ocupação das áreas operacionais de 93% e picos que chegaram a 121% já em 2026.
De acordo com o presidente da Log-In Logística Integrada, Marcus Voloch, a nova área terá papel importante para assegurar o aumento do fluxo logístico, destravando gargalos que, não apenas o estado, mas todo o Brasil tem enfrentado nos últimos anos. Ele explicou que o TVV é um terminal multipropósito que atende diferentes cadeias logísticas e tipos de carga, o que permite ao Espírito Santo manter uma operação portuária diversificada e integrada às rotas de comércio exterior.
“Nesse sentido, a nova área é fundamental para garantir a agilidade e a capacidade necessária para que o estado consiga atender às demandas do mercado”, afirma. Com a entrada da nova área em operação, o terminal estima aumento de cerca de 40% na capacidade de estocagem de contêineres e de aproximadamente 90% na área destinada a armazém de cargas. A ampliação permitiria absorver cerca de oito mil contêineres adicionais por mês, ampliando o fluxo logístico que passa pelo complexo portuário capixaba.















