Dados do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), referentes ao mês de fevereiro, indicam que a principal carga movimentada na região Nordeste foi petróleo e derivados sem óleo bruto. Produtos refinados, como combustíveis, representaram um total de 2,1 milhões de toneladas movimentadas no período, o que representa o crescimento de 29,6% frente ao mesmo mês do ano anterior. Na movimentação geral, os portos nordestinos registraram 9 milhões de toneladas escoadas em fevereiro, avanço de 6,68% na comparação anual.
A segunda principal carga movimentada foi petróleo e derivados com óleo bruto, ou seja, petróleo cru ainda não refinado, que registrou 1,6 milhão de toneladas movimentadas e crescimento de 11,48%. Na terceira posição aparece o sal, com movimentação de 568 mil de toneladas e crescimento expressivo de 38,45% no período.
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De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), os portos do Nordeste têm importância estratégica para o abastecimento, para a indústria e para o escoamento da produção brasileira. "Os investimentos realizados nos últimos anos vêm ampliando a eficiência logística da região e criando condições para atrair novos negócios, gerar emprego e fortalecer o desenvolvimento regional”, afirmou o ministro Tomé Franca.
Entre os principais destaques da região está o Porto de Suape (PE), com movimentação de 2,1 milhões de toneladas e crescimento de 19,32%. Em seguida aparece o terminal privado de Madre de Deus (BA), com 2 milhões de toneladas movimentadas e alta de 19,33%.
O Terminal Portuário do Pecém (CE) registrou movimentação de 1,7 milhão de toneladas, crescimento de 0,33%. Já o Porto de Aratu (BA) apresentou aumento expressivo de 20,23%, movimentando 555 mil toneladas. O ministério informou que os portos do Maranhão não foram contabilizados, uma vez que o estado integra a dinâmica logística do Arco Norte.












