Durante os meses de dezembro de 2025 e março de 2026, tive a oportunidade ímpar de participar de dois simpósios na cidade de Macapá, ambos organizados pela Ordem dos Advogados do Brasil (Seção Amapá), em louvável iniciativa. Naquelas ocasiões pude bem conhecer Macapá e o Porto de Santana. Fiquei surpreso com o que vi, já que não havia conhecido anteriormente aquele estado.
Macapá uma capital estruturada com uma beleza atípica, mas sobretudo, com pessoas hospitaleiras e com uma extrema simpatia, o que contrasta com o elevado nível de pobreza que caracteriza esta Unidade da Federação. Razões que a deixam com a vigésima quinta posição no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH1) das capitais brasileiras, levando-se em conta os 27 estados, inclusive o Distrito Federal.
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Neste trabalho, procurarei, inicialmente, apresentar um uma visão holística do Estado do Amapá, abrangendo, de forma sucinta, aspectos de sua história, características geográficas, economia, e em sequência, abordarei componentes relacionados à força política do estado e seu posicionamento estratégico. Contudo, o foco principal desta abordagem está voltado para a oportunidade ímpar que a exploração de petróleo na Margem Equatorial poderá trazer e trará para esta valente Unidade da Federação.
Wilson Pereira de Lima Filho é Vice-almirante da Reserva da Marinha do Brasil, exerce o cargo de Diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários. Tendo exercido os cargos de Presidente do Tribunal Marítimo, Diretor de Portos e Costas e Capitão dos Portos dos Estados de Alagoas e do Rio de Janeiro.
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