A VLI registrou em maio a maior movimentação mensal de cargas de sua história no Corredor Sudeste, com 1,14 bilhão de toneladas-quilômetro útil (TKU) transportadas na ligação ferroviária entre o Centro-Oeste e os portos da Baixada Santista, por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), informou a companhia.
Segundo a VLI, o desempenho reflete a integração entre ferrovia, terminais e o Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), que concentra fluxos de importação e exportação de grãos (milho e soja), farelo, açúcar e fertilizantes. O sistema inclui ainda terminais integradores em Uberaba (MG) e Guará (SP), responsáveis pelo transbordo das cargas para o modal ferroviário.
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Entre os investimentos recentes, a empresa concluiu neste ano a implantação de uma nova linha férrea no Tiplam, com cerca de 2 km de extensão e aporte de R$ 38 milhões, projetada para elevar em até 30% a capacidade de carregamento ferroviário de fertilizantes com destino às regiões produtoras do interior, em especial o Mato Grosso. Em 2023, o terminal já havia passado por obras de aprofundamento de calado nos berços 2, 3 e 4 e no canal Piaçaguera, com quase R$ 35 milhões investidos para ampliar o calado máximo de 13,35 m para 14,10 m, aumento que permite cerca de 10% a mais de carga por navio.
De acordo com a área operacional da VLI, a combinação desses aportes com disciplina operacional tem incrementado a produtividade e a confiabilidade do corredor, reduzindo custos logísticos e reforçando o papel do sistema como rota de escoamento de cargas agrícolas e de suprimento de insumos para o agronegócio.














