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Após dragar canal de acesso, Porto do Rio recebe 1º navio 366m

'MSC Katrina', com capacidade para transportar 14.131 TEUs, atracou no terminal da MultiRio, nesta quinta-feira (14)

O Porto do Rio de Janeiro recebeu, pela primeira vez, um navio de 366 metros de comprimento (LOA), 48,4m de boca e capacidade para transportar 14.131 TEUs. Nesta quinta-feira (14), o porta-contêineres MSC Katrina atracou no terminal MultiRio, operado pela Multiterminais. A embarcação classe New Panamax, construída em 2012, tem bandeira do Panamá, e veio do Porto de Suape (PE), tendo como próximo destino o Porto de Santos (SP).


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A autoridade portuária destacou que a chegada do MSC Katrina foi possível após a conclusão das obras de dragagem do canal principal do Porto do Rio. Com investimento de R$ 163 milhões realizado integralmente pela PortosRio, a obra elevou a profundidade mínima do canal de acesso de 15 metros para 16,2 metros, permitindo um calado operacional de 15,30 metros e adequando a infraestrutura para receber navios da classe New Panamax.

Além do aprofundamento do canal, o projeto contemplou serviços de sinalização e balizamento náutico, garantindo maior segurança às manobras de embarcações de grande porte e ampliando a eficiência operacional dos terminais de contêineres do porto: MultiRio, operado pela Multiterminais, e Rio Brasil Terminal, operado pelo grupo filipino ICTSI.

O diretor-presidente da PortosRio, Flavio Vieira, disse que esse investimento foi planejado para garantir competitividade ao porto diante das transformações do comércio marítimo internacional e do aumento contínuo do tamanho das embarcações. “Hoje, o Porto do Rio está preparado para operar os maiores porta-contêineres que escalam a costa brasileira, fortalecendo sua posição estratégica na logística nacional e internacional”, afirmou Vieira.

A expectativa da PortosRio é ampliar a capacidade do porto de operar os maiores porta-contêineres em atividade na costa da América do Sul, com mais atratividade para armadores internacionais. A avaliação é que embarcações desse porte representam um avanço relevante para a competitividade do porto, proporcionando ganhos de escala, redução de custos logísticos e aumento da eficiência das cadeias de comércio exterior.






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