A movimentação de cargas nos portos e terminais da região Sudeste alcançou 56.472.876 milhões de toneladas em janeiro de 2026, informou nesta quarta-feira (18) o Ministério de Portos e Aeroporto, com base em dados do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O volume representou alta de 20,84% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram movimentadas 46,7 milhões de toneladas.
De acordo com a pasta, o desempenho foi influenciado pelos granéis sólidos, que, com 26 milhões de toneladas movimentadas, registraram alta de 22% frente a janeiro de 2025. Já os granéis líquidos alcançaram 22,2 milhões de toneladas e elevação de 41%, com destaque para petróleo e derivados, enquanto as cargas em contêineres atingiram 5,6 milhões de toneladas e a carga geral, 2,7 milhões de toneladas.
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Nos portos organizados, a movimentação cresceu 7% em relação a janeiro de 2025 e foi de 16,8 milhões de toneladas. O Porto de Santos, com 10,1 milhões de toneladas e alta de 14%, respondeu por 9,7% de toda a carga movimentada na região. Em seguida, apareceram os terminais de Itaguaí, com 4,74 milhões de toneladas, do Rio de Janeiro, com 1,07 milhões de toneladas, de Vitória, com 706 mil toneladas, e de São Sebastião, com 159,7 mil toneladas.
Nos terminais autorizados, o crescimento foi de 28% com movimento de 39,7 milhões de toneladas. A maior movimentação foi do Terminal de Petróleo TPET/TOIL, do Porto do Açu, no estado do Rio de Janeiro, com 7,6 milhões de toneladas, seguido pelo de Tubarão, no Espírito Santo, com 7,2 milhões de toneladas, pelo de Angra dos Reis, com seis milhões de toneladas, o de São Sebastião, com 5,1 milhões, e o da Ilha de Guaíba, no Rio de Janeiro, com 2,2 milhões.
De acordo com os números do Estatístico Aquaviário da Antaq, petróleo e derivados, com óleo bruto, foram os produtos com maior movimentação, com 32,5% do total e 18,3 milhões de toneladas, o que representou alta de 46,7%. O minério de ferro foi a segunda carga mais movimentada, com 17,9 milhões de toneladas e elevação de 21,5%, as cargas em contêineres somaram 5,6 milhões de toneladas, os derivados de petróleo, sem óleo bruto, 3,2 milhões de toneladas, com alta de 20,8%, e o açúcar 1,6 milhão de toneladas, com crescimento de 70%.
Do total movimentado pelos portos do Sudeste em janeiro de 2026, 40,7 milhões de toneladas foram na navegação de longo curso, que registrou crescimento de 20,76%. Já na cabotagem, foram 12,9 milhões de toneladas no período, com alta de 23,5%.















